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Estado é condenado a pagar dano moral por erro da Junta Comercial

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A 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul confirmou sentença que condenou o estado a pagar R$ 10 mil de danos morais a uma mulher que teve seu nome incluído equivocadamente num processo de execução fiscal por negligência da Junta Comercial gaúcha.

A mulher envolvida teve sua conta-poupança na Caixa Econômica Federal bloqueada para quitar dívidas de uma execução movida pelo fisco estadual contra a Indústria de Arroz Fabiana, localizada na cidade de Arroio Grande. Motivo: seu nome constou como sócia da empresa executada no contrato social, segundo registro do cartório.

Para derrubar o bloqueio, foi peticionado ao juízo local para esclarecer que assinatura posta no contrato social não é sua. Portanto, não é sócia da pessoa jurídica processada nos autos da execução fiscal.

Sem manifestação oficial sobre o seu pedido, ela compareceu à delegacia de Polícia para se identificar civilmente. No entanto, como as providências não surtiram efeito, ela ajuizou ação de danos morais contra o Estado do Rio Grande do Sul em função dos transtornos causados pela desídia de seus servidores. Em sede de tutela antecipada, pleiteou a imediata liberação do valor bloqueado na conta-poupança e a procedência da ação, com a condenação do réu ao pagamento de reparação moral no valor de R$ 20 mil.

A Vara Judicial da Comarca de Arroio Grande indeferiu a tutela antecipada, sob o argumento de que o Departamento de Identificação da Polícia verificou que as impressões digitais da mulher e da autora são as mesmas. Na oportunidade, o juízo determinou a juntada dos documentos referidos na decisão pelo cartório — o que foi devidamente cumprido.

A ocorrência de fraude na alteração contratual foi comprovada pela perícia grafodocumentoscópica. Por isso, ela julgou procedente a ação indenizatória, determinando o desbloqueio da conta-poupança no processo da execução fiscal e o pagamento de R$ 10 mil, a título de danos morais presumidos.

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